Bem...
Eu não podia deixar de comentar também o último post do Instante ANterior do Bruno Medina, quase morri de rir. O Bruno que me desculpe, mas que foi engraçado foi. Não por ele, mas pela Hazey, que eu conheço e sei que ela é louca por ele.
"Vou passar o show todo em frente ao MEU HOMEM!"
- Que situação, hein!
...
Internet é um troço muito louco, viu!?
Será que o Medina passa o dia todo na net, fuçando tudo? Primeiro aquele comentário sobre o Orkut, agora sobre o comentário no blog da Hazey. Isso é o que eu chamo de "internauta calejado"! Não que eu esteja criticando, até porque eu também tenho teto de vidro e, quando posso, passo o dia e a noite em frente ao pc.
Quanto ao que o Bruno falou sobre a relação artista-fã...
Ainda acredito que a relação das pessoas deveria ser com a banda e não com os integrantes. O que nos prestamos a oferecer com competência é música, o resto...
... acho que ele tem razão, o problema é que as pessoas não sabem separar o músico(sujeito) do músico(pessoa). É a música que fala e não quem a fez ou toca. Isso é meio complexo, mas é mais ou menos o que o Roland Barthes fala com relação a "Morte do Autor".
Eu não podia deixar de comentar também o último post do Instante ANterior do Bruno Medina, quase morri de rir. O Bruno que me desculpe, mas que foi engraçado foi. Não por ele, mas pela Hazey, que eu conheço e sei que ela é louca por ele.
"Vou passar o show todo em frente ao MEU HOMEM!"
- Que situação, hein!
...
Internet é um troço muito louco, viu!?
Será que o Medina passa o dia todo na net, fuçando tudo? Primeiro aquele comentário sobre o Orkut, agora sobre o comentário no blog da Hazey. Isso é o que eu chamo de "internauta calejado"! Não que eu esteja criticando, até porque eu também tenho teto de vidro e, quando posso, passo o dia e a noite em frente ao pc.
Quanto ao que o Bruno falou sobre a relação artista-fã...
Ainda acredito que a relação das pessoas deveria ser com a banda e não com os integrantes. O que nos prestamos a oferecer com competência é música, o resto...
... acho que ele tem razão, o problema é que as pessoas não sabem separar o músico(sujeito) do músico(pessoa). É a música que fala e não quem a fez ou toca. Isso é meio complexo, mas é mais ou menos o que o Roland Barthes fala com relação a "Morte do Autor".

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